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Crédito à habitação: Taxa de juro volta a descer em Abril e com a maior redução da prestação desde 2009

23 mai 2020
Crédito à habitação: Taxa de juro volta a descer em Abril e com a maior redução da prestação desde 2009
No crédito à habitação, a taxa de juro desceu para 0,947% em Abril e o capital em dívida e prestação mensal fixaram-se em 53 886 euros e 237 euros, respectivamente, revela hoje o INE.

O Instituto Nacional de Estatística indica que a taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação foi 0,947% em Abril (0,998% no mês anterior). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro desceu de 1,118% em Março para 0,891% em Abril. No mês em análise, o capital médio em dívida aumentou 46 euros, fixando-se em 53 886 euros. A prestação média desceu 12 euros, para 237 euros, correspondendo à maior redução mensal observada desde Junho de 2009.
 

A taxa de juro de 0,947% em Abril, apresenta um valor inferior em 5,1 pontos base (p.b.) ao registado no mês anterior. Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro foi 0,891% (1,118% no período precedente).
 

O INE lembra que as taxas de juro implícitas são obtidas por quociente entre juros pagos e capital em dívida. As reduções das taxas, bem como da prestação média mensal, observadas em Abril, poderão estar associadas às alterações decorrentes do regime de moratória, estabelecido no Decreto-Lei nº10-J/2020. A moratória suspende, pelo prazo de seis meses, o pagamento, total ou parcial, da prestação mensal das famílias com o crédito à habitação.
 

Para o destino de financiamento Aquisição de Habitação, o mais relevante no conjunto do crédito à habitação, a taxa de juro implícita para o total dos contratos desceu para 0,964% (-5,5 p.b. face a Março). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro para este destino de financiamento fixou-se em 0,882%.
 

Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação vencida desceu 12 euros, para 237 euros. Deste valor, 42 euros (18%) correspondem a pagamento de juros e 195 euros (82%) a capital amortizado (ver gráfico 2). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio da prestação desceu para 272 euros


Fonte: Diário Imobiliário 20 Maio 2020

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